sexta-feira, 10 de março de 2017

5 perguntas para o autor #2 – Thiago Lucarini


Olá, olá, navegante!
Tudo bem aí, com você?

Como prometido, toda sexta-feira venho trazer uma mini-entrevista com autores aqui no blog.
 Agora, temos o segundo “5 perguntas para o autor”. Vamos conhecer o autor de hoje?



Thiago Lucarini é bacharel em nutrição, licenciado em biologia, e licenciando em pedagogia (tá fraco não, hein?).
Em 2012 lançou o livro Réquiem pela Editora Multifoco. Em 2014 publicou o livro Além do Véu da Morte pela Editora Buriti (que eu já li e em breve farei Não Resenha dele) e o e-book Borboletas pela Editora Navras.
Participou de diversas antologias nas editoras: Buriti, Multifoco, APED, Literata e Darda. Em 2015 organizou juntamente com a Darda Editora a antologia de contos, Contatos Imediatos de Primeiro Grau.
Participou do projeto literário goiano, Literatura Goyaz Antologia 2015.
Ganhou certificado de Destaque Especial pela poesia Coração Artificial no Concurso Metacantos 2015 da editora Literacidade. Ficou em 2º lugar no Prêmio Cultural 50 Tons de Vermelho Sangue da Academia Alquimia de Letras com o conto, Le Ménage à Trois des Loup-garoup. (repetindo: Lucarini é fraco não, gentes.)

Agora bora prosear...

1) Como você se prepara para escrever algo (seja livro, poesia, micro-conto)? Existe algum ritual para isso ou simplesmente vem e você escreve?

Lucarini: Depende.
Sou muito intuitivo na maioria das vezes, simplesmente, me vem à verve, chega pronto. Sonho com muitas coisas que escrevo, às vezes, uma frase ou estrofe, fica a noite toda girando pela minha cabeça, meu conto: Rainha de gelo, por exemplo, foi um sonho mais especificamente, o final, e a partir disto, construí todo o restante. Porém há alguns textos intencionalmente construídos, sem qualquer tipo de inspiração, como, no caso, uma prosa poética que escrevi hoje, (02/03/2017), intitulada: Quiproquó.


2) Qual foi o momento em que você notou ter o seu primeiro livro pronto?

Lucarini: Foi assim que terminei de escrever meu primeiro livro, nunca lançado, que se chamava Renascer, renomeado para Terra Seca. Escrevi os primeiros 9 capítulos em um mês, e parei, fiquei 8 meses sem pôr a mão nele, depois criei vergonha e o terminei. Ao colocar o ponto final, pensei: “Escrevi um livro.” Foi uma das minhas sensações mais incríveis da minha vida.

3) Quem segue seu Facebook, sempre recebe uma poesia na timeline... de onde vem tanta inspiração para criar essas poesias todos os dias?

Lucarini: Sou muitíssimo observador, no dia a dia, vou coletando coisas que me chamam atenção, coisas simples, gosto muito de criar imagens, de moldar o imagético sobre coisas comuns e descartáveis. Primo por trazer o olhar do meu leitor para aquilo que até então passou despercebido na perturbação dos dias. Claro, que muito se trata de exorcizar meus medos e demônios.

4) Em “Além do Véu da Morte”, você mescla o real com seu imaginário. Quais foram suas fontes para montar esse enredo?

Lucarini: Em 03/04/2010 uma tia minha cometeu suicídio, passei uma ano pensado nisso, pois foi algo que me abalou demais mesmo nós não sendo tão próximos.  No ano seguinte, estava na faculdade, e garotas da minha turma fizeram piada de um homem que havia se matado por causa de uma namorada naquele dia, indo embora tive um insight do que viria a ser o livro, apresentar uma outra visão do suicídio. Daí fui juntando os pedaços. Fiz uma pesquisa quilométrica, pois Além do Véu da Morte tem muita informação, tive que inserir a fantasia em acontecimentos reais e cruéis. Vi alguns documentários, livros de história, artigos, a Bíblia. Alguns destes fatos vi pela televisão, como a queda do World Trade Center, A fome na Somália. O césio 137 é uma história, no meu caso, local e de fácil acesso. Além de mesclar muito sobre aquilo que penso sobre a morte, o tempo, a vida, a escolha e o suicídio.

5) Imagine que, assim como na sua história, você pudesse retornar em algum ponto da história da Humanidade e ver as coisas como aconteceram... (1) você teria essa curiosidade e (2) qual seria o momento da História que você retornaria?

Lucarini: Eu tenho muita curiosidade sobre o passado (o que não foi dito ou mudado). Há tantos eventos que gostaria de ver, mas escolhendo apenas um, eu iria ver a crucificação de Jesus Cristo, não por religiosidade, mas por ser o evento histórico que molda o mundo humano há dois mil anos.

Uou! Imagina: ver esse momento tão icônico e, para uns, um grande marco mundial e, para outros, motivo de fé e servidão. Sensacional, de fato.
Gentes, conheço o meu xará há alguns anos, mas, infelizmente, só pela Facebook. Sei que o trabalho dele é incrível!!!! Em Bolhas de Sabão (meu livro, pra quem não sabe hahahahaha) o Lucarini me presenteou com um poema LINDO – que, aliás, abre o livro de forma majestosa!
Muito feliz por ter aceitado responder as cinco perguntas e, agora, vou pedir pra deixar um recado pros nossos leitores lindxs.

A poesia tem função social sem intencionalidade. Traz-nos ao olhar a visão da estética das coisas simples e corriqueiras. Amo profundamente esta arte e se quiser um pouco mais de poesia em sua vida, leitor, venha conhecer o meu blog:
siga-me no facebook, twitter e instagram, ambos: @thiagolucarini.
Publico também no Recanto das letras.
Vamos nos poetizar.
Abraços.


Gostaram?Deixe seu comentário e nao esquece de compartilhar com seus amigos.Aaah, e pode pedir algum outro autor, também, que eu anoto e corro atrás de mandar as 5 perguntas pra quem quer que seja.



quinta-feira, 9 de março de 2017

Mato por livros: [Resenha]: Crazy Mary — de Thiago Assoni

Como diria Evelyn Regly: Momeeentooo Jabáaaa...

Dá um clique aí no link e confere essa resenha do meu primeiro filhote no blog "Mato por Livros".


Mato por livros: [Resenha]: Crazy Mary — de Thiago Assoni: Sinopse: Descaradamente inspirados em obras de Joe Hill e Stephen King (filho e pai) e livremente inspirado na música que dá nome ao livro...


quarta-feira, 8 de março de 2017

Lançamento - O Jardim das Rosas Submersas / Susy Ramone

A autora chama para comemorar o lançamento do seu sétimo livro de uma forma bastante diferente do comum: com muita cerveja e rock n'roll – a cara dela, mesmo hahahahaha.


Pra quem já conhece, sabe que a Susy Ramone é a diva do terror nacional contemporâneo. Com seu sétimo livro publicado, a autora roqueira e tatuada chama para o lançamento que vai acontecer no St. Patrick Pub – ambiente onde ela se sente em casa.

Segundo a própria Susy, o St. Patrick Pub é um lugar muito gostoso, tem variedades de cervejas, comidas deliciosas e garçons atenciosos.
Além do lançamento de “O Jardim das Rosas Submersas”, publicado pela Editora Coerência, o Pub recebe, na mesma noite, a Banda Shivas, que vai animar a noite com Classic e Pop rock.

Se liga nas dicas da Susy de como chegar lá:

“Pra quem for de metrô, descer na estação Guilhermina Esperança e pegar o ônibus Shopping Aricanduva. Descer no ponto do Batalha, que fica ao lado do Pub. De Uber, é provável que fique uns 8 reais até o local.”


Convite feito, então, não se esqueça:

Dia: 18 de Março, à partir das 20hrs30.
St Patrick Pub
Avenida Dr. Bernardino Brito Fonseca de Carvalho, 1.500 - Vila Matilde

Sinopse:

O Jardim das Rosas Submersas é belo à primeira vista e ao encantar-se com os diferentes tons de vermelho, o retorno à realidade não será tarefa simples.
As pétalas luzidias e convidativas o transportarão a um universo repleto de criaturas fantásticas, onde fantasmas, lobisomens, vampiros, bruxas, anjos, demônios e uma infinidade de seres notáveis dividirão espaço com a mais sombria condição humana; a loucura.
Este é um Jardim plantado pouco a pouco ao longo dos anos. Prepare-se para um grande passeio! Contemple as Rosas, colha-as se for da sua vontade. Tenha cautela, porém. Não se esqueça dos espinhos.

Procure pela autora no Facebook: Perfil Susy Ramone

Visite o site da Editora Coerência para saber sobre esse e outros títulos: http://editoracoerencia.com.br/


Não Resenha #1 – Dezesseis: a estrada da Morte / Simone Pesci

Saudações meu povo lindo!
Tá tudo bem aí com vocês???
Tá sim, porque cêis tão aqui no blog, comigo – óh que delícia!!!!

Como é de costume fazer lá na fã-page do Facebook (se você não curtiu ainda, vai lá e sapeca um like na página: #NãoÉResenha.com ), toda quarta-feira eu posto uma Não Resenha de algum livro que eu li em algum momento da minha vida.

Só pra lembra de novo – e pra quem ainda não sabe – eu não fico explicando detalhes sobre o livro, não fico resenhando os acontecimentos dele e nem nada disso o que vocês estão acostumado a ver em todos os outros blogs literário que já existem (bom, não à toa o nome do meu blog é “Não É Resenha.com”, né nom?)

Pois bem, meu amorxs.
Bora pra Não Resenha de hoje, a primeira do blog:
Esse foi um pedido de uma leitora minha e que vou atender com todo carinho e pra dar o pontapé inicial das Não Resenhas aqui no blog (Deza, é pra ti mesma)



Cresci ouvindo meus primos falando sobre Legião Urbana. A influência dessa banda foi forte em mim, mas só me rendi ao som deles anos mais tarde – lá com meus 17 anos.
Quando soube que a autora Simone Pesci estava preparando um livro que retratava uma das músicas dos caras, meeeeeeeeeeeeow, eu pirei!!!
Acompanhei bastante coisa do preparo desse livro e fiquei encantado quando ele, finalmente, surgiu! Sério, o preparo dele é incrível.
Talvez por tentar assimilar o livro à música, eu tenha ficado um pouco com aquela sensação de: mas ué?
Eu explico:

Quando penso no Johnny, espero por uma adolescente mais revolts, que bebe pra cara...mba, fala palavrão, usa gírias e tudo mais – não é muito o que acontece. Como ela própria diz: “este é um enredo de amor recheado com muitas aventuras.” – bom, isso é mesmo.
A paixão entre Johnny e Ana Cláudia é mesmo de dar um nó na cabeça e eu adoro quando isso acontece. Fora aqueles momentos de “óooh😱😱😱” no meio do livro que cê fica: “mas gente, babado e confusão! ”
O enredo é bem construído e tem uma ótima amarração, com um final todo fofíneo (oooown😍😍😍) – só senti falta, mesmo, de mais rebeldia, mais Mother Fucker da parte do personagem principal que pedia por isso.

Quer conhecer mais sobre a autora? Visite o blog e saiba tudo!!!


Queridxs, não corram!!!!
Deixe aí seu comentário, diga se já escutou Legião Urbana e se conhece a música Dezesseis.
Já sabia do livro, já leu? Fala aí pra gente.
Até logo mais, galerínea.  

terça-feira, 7 de março de 2017

8 de Março - Dia Internacional da Mulher

Como não podia deixar de ser, hoje, dia 8 de Março de 2017, farei um post dando aquele Ctrl+C Ctrl+V básico das internets da vida, né?
Mas, é por uma boa causa.

Resolvi escolher cinco mulheres Brasileiras que, na minha opinião, são marco da nossa história (e como o Governo Golpista quer dar aquela enfraquecida no Ensino Médio tirando a obrigatoriedade da matéria de História, achei por bem dar minha ajudinha pra alguns aí – vão precisar!)

Apesar de não serem todas escritoras, as mulheres empoderadíssimas que mencionarei aqui escreveram grandes capítulos desse livro chamado Brasil. Viveram em uma época onde “feminismo” nem existia como palavra, mas já vivia em suas ações.



1)       Dandara dos Palmares
Dandara foi uma guerreira negra do período colonial do Brasil, esposa de Zumbi dos Palmares e com ele teve três filhos. Suicidou-se (jogou-se de uma pedreira ao abismo) depois de presa, em 6 de fevereiro de 1694, para não retornar à condição de escrava. Sua figura é envolta em grande mistério, pois quase não existem dados sobre sua vida e/ou atos. Praticamente todos os relatos que se referem a ela são esparsos e desconexos, com características de lendas.
Contam que Dandara juntou-se ainda menina ao grupo de negros que desafiaram o sistema escravista por quase um século no Quilombo dos Palmares. Valorizava muito a liberdade, era contra acordos com o governo e participava ativamente da elaboração das estratégias de resistência. Foi uma das figura centrais na defesa do quilombo.



           2)      Maria Quitéria
Maria Quitéria de Jesus Medeiros (Feira de Santana, 27 de julho de 1792 — Salvador, 21 de agosto de 1853) foi uma militar brasileira, heroína da Guerra da Independência.
Perdeu a mãe ainda criança e, aos 10 anos, viu-se com a responsabilidade de cuidar da casa e dos irmãos.
Foi a primeira mulher a assentar praça numa unidade militar das Forças Armadas Brasileiras e a primeira mulher a entrar em combate pelo Brasil, em 1823 – para isso, precisou vestir-se de homem.
Em 1996 o Estado brasileiro atribuiu-lhe o título de patrona do Quadro Complementar de Oficiais do Exército Brasileiro, e seus feitos são recorrentemente comparados ao da mártir francesa Joana d'Arc.




            3)      Chiquinha Gonzaga
A compositora e maestrina carioca Chiquinha Gonzaga (1847-1935) destaca-se na história da cultura brasileira e da luta pelas liberdades no país pelo seu pioneirismo. A coragem com que enfrentou a opressora sociedade patriarcal e criou uma profissão inédita para a mulher, causou escândalo em seu tempo.
Atuando no rico ambiente musical do Rio de Janeiro do Segundo Reinado, no qual imperavam polcas, tangos e valsas, Chiquinha Gonzaga não hesitou em incorporar ao seu piano toda a diversidade que encontrou, sem preconceitos. Assim, terminou por produzir uma obra fundamental para a formação da música brasileira.
Francisca Edwiges Neves Gonzaga também se envolveu com a política, militando em prol da abolição da escravidão e pelo fim da monarquia.

"Ôh abre alas
Que eu quero passar!"


         4)      Tarsila do Amaral



Nascida em 1º de setembro de 1886, em Capivari, interior de São Paulo a pintora e desenhista brasileira, Tarsila do Amaral foi uma das figuras centrais da primeira fase do movimento modernista no Brasil.
Estudou em São Paulo e em Barcelona e também foi tradutora. Seu quadro Abaporu, de 1928, inaugurou o movimento antropofágico nas artes plásticas. Faleceu em São Paulo no dia 17 de janeiro de 1973.







           5)      Maria da Penha


Por trás de um nome simples está uma das mulheres mais importantes da história recente do Brasil. Maria da Penha Maia Fernandes é líder de movimentos de defesa dos direitos das mulheres e vítima de violência doméstica — ficou paraplégica ao levar um tiro do marido enquanto dormia.
O nome dela virou Lei em 2006, estabelecendo o aumento das punições às agressões contra a mulher e uma série de medidas para proteger a integridade física e psicológica de mulheres vítimas de violência.




Menção honrosa – Clarice Lispector


Enfim, uma escritora.
Registrada como Chaya Pinkhasovna Lispector, nasceu em 10 de dezembro de 1920 na aldeia de Chechelnyk, região da Podólia, então parte da República Popular da Ucrânia e hoje parte da moderna Ucrânia. Seu nascimento se deu em meio aos preparativos da família para a fuga do país, em razão do antissemitismo resultante da Guerra Civil Russa (1918-1920)
Clarice Lispector foi uma escritora e jornalista e declarava — quanto a sua brasilidade — ser pernambucana. Autora de romances, contos e ensaios, sendo considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX e a maior escritora judia desde Franz Kafka. Sua obra está repleta de cenas cotidianas simples e tramas psicológicas, sendo considerada uma de suas principais características a epifania de personagens comuns em momentos do cotidiano.





domingo, 5 de março de 2017

~ 4 dicas para o WATTPAD / dicas #1 ~

♬♪ Hoje é domingo, pede cachimbo... ♪♬

Pois é, a musiquinha falava PEDE, do verbo pedir... cêis sabiam?
Se assim como eu, você imaginava uma árvore cheia de cachimbos, sinto informar que sua infância foi uma mentira. 😹😹

Mas vamos ao que interessa e falar sobre essa que é uma das mais importantes ferramentas/plataformas/comunidades digitais de escritores do mundo, muito utilizada nos dias de hoje e que nos permite conhecer muitas obras (umas bem legais, outras nem tanto) de forma FREE!!!


Particularmente, conheço bem pouco do wattpad e venho tentando me inserir neste meio aos poucos, pois tenho certa dificuldade com leituras em formato digital - pois é, sou balzaquiano e me apego ao livro físico, à folha amarelada, ao cheiro das páginas... enfim.

Entretanto, o WATTPAD vem ajudando muito (tipo, muito mesmo) grandes autores que encontram barreiras na hora de publicar seu livro - seja financeira, seja problemas com editora, distribuição, etc, etc e etc...

Com isso, não posso deixar de falar sobre ela e trazer algumas dicas pr'ocês.



O Felipe Sali tem sido um grande exemplo disso, para mim. Ainda que eu não o conheça pessoalmente, venho acompanhando sua trajetória nas escritas e o livro "Mais Leve Que O Ar" tem conquistado muito seus leitores (além de vir conquistando um incrível espaço na mídia, o que acho suuuuuper bacana - sim, sou desses que torce pelo sucesso do coleguinha, sabe? Me enche de alegria ver os amigos de letra conquistando seu espaço.)


O Livro fez tanto sucesso na plataforma digital, que Felipe conseguiu a publicação impressa (para minha alegria, já que agora vou poder ler o livro - oooobaaaa!!!!!)

Sinopse:
Há algo de fascinante, romântico e trágico no Reino de Amberlin. A jovem druida Melissa se apaixona por Pablo, um talentoso inventor que ousou fazer o homem voar, proeza que nem mesmo o mais poderoso feitiço poderia conceber. Magia, amor e mistério amarram a aventura de Mais Leve que o Ar, de Felipe Sali, autor prodígio da internet que agora expande seu horizonte no universo do papel.
Um pouquinho mais sobre o autor:
Felipe nasceu em Santos em 1992, mas vive em São Paulo desde 2016. Publicou Mais Leve que o Ar na internet em 2015 e, desde então, a obra foi lida mais de 450 mil vezes no aplicativo Wattpad. Com mais de 1 milhão de leituras em sua bibliografia na plataforma, Sali foi nomeado embaixador do Wattpad no Brasil.

A história de Melissa e Pablo foi ampliada e revista, sendo que o texto original continua disponível na internet. Mais Leve que o Ar é o livro de estreia de Sali no meio impresso.

Clica aí e conheça o > Perfil do Wattpad < do Felipe.
E se você >clicar aqui< vai poder adquirir o livro físico dele.


Outro que tem conquistado o mundo da internê (gentes, isso é gíria de tiozão, não me julguem, okay? Okay!) é o autor Rafael Sales, já meu parceiro da literatura que conheci ano passado (2016) lá no evento Livros em Pautas.

Paulista nascido em 23 de outubro de 1989, Rafael é formado em Comunicação Social, Publicidade e Propaganda.
Atuou em algumas vertentes da arte até se envolver definitivamente com a literatura, descrevendo por meio dos seus escritos e desenhos peculiares os mundos e personagens tão vivos à mente – como alguns poemas e outros contos publicados em antologias.
Em 2010 começou o processo de criação e elaboração de um roteiro de fantasia. Após 6 anos, com a expansão do universo e acrescentando diversos elementos do folclore brasileiro junto com anjos e demônios, concluiu a  primeira série fantástica chamada de "Silhuetas na Penumbra", disponibilizando os textos para leitura gratuita no Wattpad e no LuvBook (outra plataforma que, em breve, falarei no blog)


A Série, até o momento possuí esses títulos disponíveis para leitura:
- Ritos da Criação
- Ambições Celestes (1º conto da série)
- O Primeiro Alvorecer (2º conto da série)
- Legado Proibido (3° conto da série)

Sinopse:

Uma guerra sobrenatural acontece há milênios e os peões dessa disputa secreta são os humanos, entretanto uma garota amaldiçoada no momento do seu nascimento poderá dar  fim a esse duelo. Elisa Adágio terá apenas duas escolhas; se entregar aos demônios e deixar que a prole profana de Anhaú tome seu corpo e acabe com a guerra ou permitir que os Celestes ceifem a sua vida.
     
      As criaturas do Reino da Ordem e do Reino do Caos não medirão esforços para encontrar a humana amaldiçoada colocando em risco todo o equilíbrio e o sigilo sobre suas existências. Elisa encontrará refugio em um grupo que não pertence a nenhum dos dois lados da balança.
     
      O primeiro capítulo da Série "Silhuetas na Penumbra - Ritos da Criação" contará as histórias que antecedem os eventos na vida de Elisa,  como surgiu o Mundo Vivo, as dimensões e o inicio da guerra entre Celestes e demônios.


E para conhecer esses títulos todos, basta visitar o perfil do wattpad o Rafael Sales > clicando aqui < 
Conheça o blog do Silhuetas Na Penumbra 



Nossa diva do terror nacional Susy Ramone já está mais do que consagrada com seus títulos sempre tão incríveis, mas, ainda assim, ela não para, né gente?
Além de professora de Inglês, "fazedora" de artesanato, mãe fodona, dona de casa e essa autora sensacional, a roqueira e tatuada ainda arruma um tempinho pra deixar alguns de seus trabalhos na plataforma do Wattpad, mostrando que lugar de mulher é onde ela quiser - woman's got the power!
Susy Ramone é o pseudônimo de Susana Lima, nascida em São Paulo - Capital em 1977. Professora de inglês, artesã e escritora (como já disse), teve a sua primeira publicação impressa, intitulada O anjo maldito, em 2010.
Participou de diversas antologias de contos fantásticos e como colunista de sites e blogs. Em 2012 teve seu livro O Castelo Montessales publicado e desde então, uma obra de sua autoria chega às mãos dos leitores todos os anos. Samyaza, Linhagem Montessales - Retratos da Inquisição, Poison Heart, O Edifício e lançamento O Jardim das Rosas Submersas são os seus trabalhos.
Linhagem Montessales - Retratos da Inquisição é a obra que Susy disponibilizou inteirinha lá no perfil.

Sinopse:

Predestinados a viverem em um ciclo de maldições, os descendentes da bruxa Manoela Montessales vieram ao mundo embalados pelos braços de uma assombração inescrupulosa chamada Antony.
A intenção do espectro é procriar e para isso ele possui os corpos dos homens e rouba a integridade física das mulheres desta família, obrigando-as a gerar os filhos e filhas que ele julga serem necessários para uma futura investida.
A Linhagem Montessales - Retratos da Inquisição traz um cenário perturbador, pois aqui Antony não reina sozinho. Ele divide o seu trono de maldade com os inquisidores portugueses, fazendo com que os herdeiros de Manoela sofram em suas mãos e nas do clero.
Saiba como tudo começou, conheça este rei sobrenatural e a sua primeira linhagem de escravos através das linhas grafadas pelos talentosos escritores nacionais que compõem a obra.

Organização e revisão: Susy Ramone
Capa e ilustrações: Carolina Mancini
Autores: Andreia Pontes, Carolina Mancini, Claudio Parreira, Cristiano Rosa, Debora Gimenes, Georgette Silen, Gisele Garcia, Henrique Chantre, John Lennon Smith, Laura Elias, Roxane Norris, Vitor Hugo Ribeiro.

Conheça algumas de suas obras no > WATTPAD < 
Ela, agora, centralizou todas suas postagens na página Susy Ramone - Livros e outras Susanices  do Facebook, para simplificar nossa vidinha de internauta.


Uma pessoa que eu admiro demais por N motivos, é a Nana Calimeris. A gente se conhece há bastante tempo (via Facebook) e ganhamos horas e horas de conversas nas madrugadas desvairadas da vida (jamais diria que nossas conversas foram "perder tempo").


Nana Calimeris nasceu em Brasília. Começou a escrever poemas quando criança. Na adolescência, entediada com as aulas, passou a escrever contos. Encantou-se por “Caverna do Dragão” – sim, aquele desenho clássico onde o grupo de amigos nunca consegue voltar pra casa e, sempre que precisam da ajuda do Mestre dos Magos, o velhote desaparece – e quis escrever um livro.
O livro de fantasia medieval, entretanto, nunca saiu. Mas, a partir de então, nunca mais parou. Escreveu o primeiro livro com 18 anos e conta com várias obras escritas ao longo de mais de 20 anos.
Ama o filho, que tem o apelido de Kylo Ren (referências, referências...), gatos, dar aulas de yoga e ajudar os outros.

É formada em jornalismo e também tem alguns livros publicados na www.amazon.com (você pode encontrar como Georgiana Calimeris – os livros estão em português).

Um dos livros que tem à venda na Amazon é “A biblioteca de Alexandria: A andarilha das estrelas”.

Sinopse:

Angelique Duncan trabalha em uma livraria no Conic e está prestes a se formar na faculdade. Está satisfeita com sua vida desde que conseguiu vencer seu maior desafio: a depressão. Tudo muda quando se depara com um homem desconhecido sangrando no subsolo da livraria. Ela acha que está sob efeitos de drogas porque o sujeito se parece com John Constantine dos quadrinhos da DC que, na verdade, se chama Alexandros Kalinictos, que é um mago e os magos protegem Guardiões, que são uma espécie de bibliotecários do conhecimento oculto de civilizações diversas, e Andarilhos, que podem caminhar pelas bibliotecas. O maior problema é que, embora Andarilhos e Guardiões não possam ler os livros, Angelique tem acesso ao conhecimento e sua vida está em risco!

Você pode adquirir o seu se > clicar aqui <
Caso tenha interesse em ter sua obra revisada ou uma análise crítica, por favor, entre em contato, pois ela também faz isso, viu?
E pra conhecer outras obras dela, > clicando aqui < você visita o perfil dela no Wattpad.


Você também escreve e tem um perfil no Wattpad?
Comenta aí embaixo e deixe o link.
Quer indicar alguém? Manda aí, também, pois vou fazer mais posts iguais a esse pra divulgar outros escritores que estão no Wattpad.
Até a próxima, pessoal.